terça-feira, 30 de agosto de 2011


A pedra
nada pergunta ao rio
sobre água e tempo.
Yeda Prates Bernis

6 comentários:

Magna Santos disse...

Que maravilha, Carlos! Lindo isso!
Acho que nós andamos a pensar sobre elas: pedras, pedreiras...sobre a vida, enfim.
Abração!
Magna

Poeta Carlos Maia disse...

Obrigado, Magna, encontrei esse poema num site de haikai e eu acho bem que é o que vc disse. A pedra para se lapidar precisa de água e de tempo, mas ela não questiona e deixa ser lapidada.

Beijo Grande!

Luciana Araújo Cavalcanti disse...

Maia! Saudade, viu?!
De ti, sabedor de pedras e de rios.
De rios, bem mais... a fluir... a Vida, maior que nós, maior em nós, quando nos deixamos sentir.

Belo!

Luciana Araújo Cavalcanti disse...

poemas novos por lá... Voltei!

Poeta Carlos Maia disse...

Lú, minha linda, saudade grande também!!!

Vou dar uma passadinha pelo teu blog pra apreciar o que tu escrevestes!

Beijo Grande!

Magna Santos disse...

É isso mesmo, Carlos. Nem o rio tem seu leito pronto, ele mesmo vai construindo, respeitando os desníveis, desviando de obstáculos, mas sempre em frente em busca do mar.
Se prestássemos atenção, a natureza nos dá todas as respostas. Somos simples olhos d'água em busca do mar.
Que Deus te fortaleça e te ilumine sempre!
Abração!
Magna