segunda-feira, 6 de dezembro de 2010



A poesia entrou na minha vida
Como se fosse o mel silvestre
Escorrendo
Do tronco da árvore morta
No chão.
A poesia entrou na minha vida
Como se fosse um furacão
Arrasando tudo
Sem pedir licença...
A poesia entrou na minha vida
Como se fosse
O Sol
Descortinando
A madrugada.
Carlos Maia
07/10/10

4 comentários:

Tadeu Rocha disse...

Saudade de vc e de sua poesia Carlos Maia. Liguei pra vc hj, mas vc não estava. Espero q vc esteja bem. Voltei a compor para um novo livro de poesias. Abraços. E graças a Deus pela poesia.

José María Souza Costa disse...

Uma poesia belissima. Em um blogue avasslador, interessante e muito bom. Estou aqui lhe convidando a visitar o meu blogue e se possivel seguirmos juntos por eles. Estarei grato esperando por voce lá
Abraços de verdade

Luciana Cavalcanti disse...

Maia!!! Saudades de ti e de tua poesia...! Este semestre complicou pra mim... MAAAAAAS QUERO TE VER!!!!

Poeta Carlos Maia disse...

Lú, eu estou de ressocialização aqui em casa, o número é o mesmo. Vou ficar até sexta às 16 hs. Aí eu volto, passo mais dois meses e saio de alta. Mas talvez eu fique por lá como monitor, vai depender de uma série de fatores ainda. QUERO MUITO TE VER TAMBÉM, SUA FUJONA!

Beijo Grande!!!!