quarta-feira, 31 de março de 2010

Você pode me negar
uma estrela
e a minha expansão
ao infinito,
mas é aí que eu lanço
com mais força
o meu grito.

Carlos Maia
31/03/10

5 comentários:

Anônimo disse...

Carlos, este poema está anota, pensado e verificado.
No fundo do mais recôndito infinito que há.
Lirismo com a explosão da objetividade que leva o leitor a outras paragens nunca dantes navegadas.
Valeu!!
Abraços do Arsenio

Ps - FELIZ PÁSCOA E FORÇA, MEU VELHO.
O INSTITUTO PERENE DA POESIA AGRADECE.

Luciana Amâncio disse...

Carlos...

Belíssimo, o teu novo poema!

xeros... luciana

Poeta Carlos Maia disse...

Obrigado Arsênio e Lú, Feliz Páscoa para vocês!

Grande Abraço!

DUDA disse...

Feliz Páscoa Dogmático,
Espero que estejas bem.
Muita saúde e paz.
Muitos poemas como esse. Belos.
Belíssimos.
Como você já concedeu a franquia de colocá-los no fusca não vou me fazer de rogado.
Estou contigo meu irmão neste grito.
E esta Páscoa para mim foi única.
A minha fé um raminho frágil nascendo.
Está a precisar de cuidados .
Mas está nascendo.
Estou ousando comentar algumas passagens do Evangelho , gostaria se fosse possível que desses a tua contribuição. Inclusive se me honrares com algum texto.
No mais é a luta.
Saúde meu irmão. Saúde.
Vamos nos amar sempre.
Só assim podemos nos perdoar e partir em busca dos perdões que precisamos pedir.
A Páscoa que eu desejei foi um presente superior ao merecido.
Essa Sexta-Feira é santa e única.
AMÉM.
Te amo velho. E irmão.
Domingos Duda Sávio Brama das Antúrias.

Poeta Carlos Maia disse...

Obrigado, Duda.
Te mandei um e-mail.

Feliz Páscoa pra vc também, irmão!